Atrofios, Companheira!

Vou ao Bairro e sinto que hás-de vir na minha direcção com os teus braços pequeninos muito abertos, e pronta para saltar e tecer a malha de um abraço apertado. Ando, ando, ando, percorro todas aquelas ruas paralelas e perpendiculares umas às outras e sei que numa esquina muito próxima estarás tu, de copo de vinho na mão, à minha espera para me dizeres: "És um fraquinho!" . Faz-me falta beber uma cerveja contigo e por saber que o Bairro era, até há menos de um ano, o "local" custa-me sempre que lá volto. Partilhámos tanto que é difícil, nestas idas àquele que foi o nosso "ponto de encontro" por diversas ocasiões, abstrair-me da tua presença, da saudades que tenho em mim... E sabes que mais?! O senhor das marionetas, com quem tanto falavas, faz-me lembrar de ti com se não houvesse amanhã! Ontem até enviei uma mensagem a dizer que tinha saudades tuas... A Ana respondeu-me dizendo que onde estiveres estás feliz. Só espero que desse lado a felicidade exista. Po...